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marketing digital como você nunca viu.

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Como saber se o seu site é realmente um bom gerador de leads.

Por onde começar sua estratégia online? Pelo site! O site é uma parte fundamental na estratégia de Marketing Digital, é através dele que a maioria dos seus contatos passam na hora de solicitar um orçamento, conhecer seus produtos, serviços, sua empresa, ver sua localização e inteirar-se com informações relevantes à jornada de compra que você irá planejar.

Não importa se você já possui um site, ou está pensando em contratar um serviço de criação de sites, grátis ou profissional, algumas coisas são sempre relevantes e devem ser consideradas para que o site tenha um bom desempenho para os seus usuários, fique atento para mantê-lo sempre atualizado com nossas dicas.

UX e UI, o que é e como você pode tirar proveito disso?



UX e UI são dois termos distintos, mas que acabaram sendo agrupados em diversos cursos, textos, sites, etc; por motivos não tão importantes neste momento não vou entrar no mérito, apenas deixo claro para que não haja confusão. São duas matérias distintas que têm um objetivo em comum: melhorar o desempenho de interfaces, produtos ou serviços, seja um app mobile, um site, ou algum outro produto que exija interação de usuários.

UX – User Experience – Experiência do Usuário

 

Para tentar facilitar as coisas, imagine que a UX é a parte que você não vê, é aquele sentimento de entrar em um site, achar o que você queria e resolver o seu problema (o inverso também é válido, você entrou em um site que era tão ruim, que não encontrou nada do que procurava). É sobre planejar a experiência que o seu usuário tem ao entrar no seu site e resolver o problema dele.

Imagine o seguinte cenário:

1º – Você tem um site que vende diversos produtos a base de alumínio, de pratos, talheres, panelas, até peças para automóveis passando por diversas áreas de consumo que possuam alumínio e você possa produzir. Seu site engloba toda esta linha de produtos, afinal você precisa vender o que produz.

2º – Eu sou um usuário em busca de uma panela de alumínio, e procuro em um buscador como Google por exemplo por “panela de alumínio”, e o tenho alguns resultados. Logo na primeira posição o seu site, e em segundo lugar seu concorrente.

3º – Eu entro no seu site e me deparo não só com panelas mas com uma infinidade de itens dos mais variados segmentos que não me interessam, banners com outras categorias que não me importam, e diversas informações irrelevantes naquele momento. Em resumo, um site confuso. Sinto-me deslocado e não tenho certeza se ali tem o que eu procuro.

4º – Sem pensar muito clico em voltar no navegador e retorno ao Google, clico no site do seu concorrente, que mostra uma página com diversas opções de panelas e conteúdo focado no que eu quero naquele momento, logo clico em alguma que me agrada, comparo com outras e fecho o pedido.

Você consegue perceber o comportamento do usuário que sem ficar exaltado, simplesmente abriu um outro site e resolveu o problema dele em poucos minutos? Sem pensar se a experiência foi boa ou ruim, o usuário foi conduzido ao resultado que ele queria naquele momento de forma intuitiva. Na próxima vez que precise fazer uma pesquisa relacionada, e obtenha os dois resultados novamente, ele provavelmente não irá entrar no seu site.

A UX realiza uma série de estudos preliminares e planeja as possíveis ações do usuário para criar a melhor disposição de informações e conteúdos, antecipando os principais comportamentos de acordo com termos de busca, perfil de consumo, localização, humor, tipo de produto/serviço, ou jornada de consumo pela qual o consumidor está inserido: se ele está pesquisando apenas, se já decidiu por um produto ou marca específica e procura pela melhor opção de compra, ou se já definiu que irá comprar e quer finalizar o processo. De forma simplificada, este é o objetivo: conduzir o usuário sem que ele pense muito ao longo do processo, para que tudo fique ao seu alcance sem burocracia ou complicação.

UI – User Interface – Interface do usuário

 

A UI trata de algo mais palpável, ou melhor, do que nós vemos diretamente nas telas. Ao entrar em um site, quais cores são aplicadas nos textos, títulos, cabeçalhos, backgrounds, botões, etc. O profissional que trabalha nesta área normalmente recebe um wireframe, espécie de esqueleto do site, do UX e em cima dos estudos já realizados aplica seus conhecimentos para que funcione tudo como foi previsto, através de escolhas de tipografias e cores adequadas, imagens, vídeos, etc. Tudo para que o usuário de forma intuitiva seja conduzido por uma leitura agradável do conteúdo e converta na ação que a página requer no processo, seja efetuando uma compra, entrando em contato através de um formulário, cadastrando-se em uma newsletter ou banco de dados, etc.

Imaginando o mesmo cenário que coloquei dentro da explicação sobre UX, a página que o usuário entraria e realizaria a conversão ao comprar uma panela de alumínio seria uma página com um título bem visível em destaque, fotos em ângulos diferentes (preferencialmente fotos que foram estrategicamente tiradas para mostrar detalhes relevantes para o usuário), descrição em texto com contraste adequado para que a leitura seja de fácil acesso, tipografia condizente com o contexto, informações de preço, desconto e parcelamento – se for o caso – tudo organizado da melhor maneira possível. Também os botões de conversão em contraste para criar uma espécie de ponto de fuga, com elementos que favoreçam e induzam o caminho que o usuário deve percorrer.

Como a UX e UI podem ajudar seu site a gerar mais contatos, ou ainda, vender mais?

 

A resposta parece simples, mas tem muito conhecimento envolvido para se chegar a um ponto final: dar ao usuário a resposta para os problemas dele!

Imagine que você criou o seu site – novamente utilizo o exemplo das panelas – e ele não foi bem pensado no começo do projeto para a conversão, mas virou uma espécie de acumulador de conteúdo, e você está na frente do seu concorrente no Google. A pergunta é: por quanto tempo você acha que ficará na frente dele, sendo que o Google consegue identificar que o site do seu concorrente é melhor que o seu? Resposta: você provavelmente já foi rebaixado para uma posição inferior e nem percebeu.

 

Isso acontece porque o Google trabalha com a experiência do usuário desde a sua concepção. Ele foi pensado para ser um buscador inteligente e não um diretório de aglomerado de sites por ordem alfabética como até então funcionavam os buscadores dos primórdios da internet. Isso permite analisar o comportamento do usuário e garantir que ele sempre volte para fazer novas buscas, porque sabe que irá encontrar o que procura. Se mantivesse o site com desempenho inferior no topo da busca, possivelmente as pessoas deixariam de usar o Google e iriam para a concorrência, pois não teriam mais a boa experiência que o buscador proporciona.

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A utilização de imagens é realmente essencial em um site?

 

Sim, é um ponto muito importante proporcionar boas imagens para o seu usuário. Pense nele como sendo você a pessoa que está procurando a panela de alumínio e quer uma página com informação relevante e fácil de encontrar. Mesmo que tenha encontrado a melhor panela de alumínio do mundo, mas não tem boas fotos para avaliar se será a melhor opção, você compraria? É difícil dizer que sim. Coloque-se no lugar do seu cliente, imagens ajudam e muito no processo de decisão, portanto, invista em boas imagens para o seu site.

Mas as imagens não são essenciais apenas em um site, pense que você também irá utilizar em materiais impressos, anúncios, redes sociais, etc. Invista em um bom banco de imagens, fotos próprias ou de alguma outra fonte que possua boa qualidade. As imagens ajudam – e muito – nas conversões.

Não gosto do meu site novo, e agora?



Você investiu dinheiro, tempo e dedicou-se ao seu site, mas no fim do projeto não gostou do seu site, e agora? Tem salvação? Como melhorá-lo?

Sim, sempre existe uma solução para a maioria dos casos, e a melhor pessoa para resolver e melhorar é o responsável pela criação do projeto, mas levando em consideração que a sua experiência já não é das melhores com o responsável, é interessante que você procure uma outra agência ou profissional que desenvolva dentro das mesmas tecnologias aplicadas para ver quais são as opções de ajustes possíveis, e em último dos casos, criar um novo site.


Algo que deve ser levado em consideração é: Porque você não gostou do seu site? Podem existir diversos fatores, dentre eles o visual (layout), as imagens, a disposição das informações, a falta ou excesso de informações, a baixa geração de leads, entre inúmeros outros. Mas tenha em mente que o fato de você não gostar do seu site, não quer dizer que o seu usuário não se sinta à vontade nele.

Vamos imaginar que você oferece produtos artesanais para festas de aniversário, como doces, salgados, cupcakes, etc. O apelo visual é sem dúvidas imprescindível, pois o assunto festa sempre requer alguns adereços a mais, ainda mais para aniversário que em grande parte para crianças são temáticos. Pense agora no usuário, quem é o público alvo ideal? Vamos supor ser uma mulher de 25 anos, que irá fazer a festa de 1 ano do seu filho(a). Qual o estado de humor dela? Feliz. Em que momento ela irá procurar? Enquanto a criança dorme, seja durante o dia ou à noite, ou talvez durante uma folga no trabalho. Qual ambiente ela utilizará durante a busca? Talvez ela procure durante o dia nessas folgas do trabalho através do celular, e a noite efetue a pesquisa através do computador, notebook, ou mesmo pelo próprio celular. Com esse cenário, já poderíamos imaginar que podemos otimizar a experiência de “encantamento” nos dispositivos móveis, para que ela salve o seu site para retornar a noite, ou melhor ainda, dar uma opção de compartilhar por e-mail, whatsapp, ou alguma outra forma que facilite o acesso posterior. Em um segundo momento, podemos facilitar a compra ou pedido de orçamento pelo próprio dispositivo, para não precisar que um segundo acesso seja necessário.

Entender o seu usuário e o comportamento dele pode te ajudar a aceitar o site, mesmo que não seja do seu agrado aquele botão em destaque em todas as páginas deles com a chamada “SALVAR PARA VER MAIS TARDE”. Neste ponto, a eficiência do site pode ser mensurada através de ferramentas que mostram as métricas de acesso/conversão do seu site como o Google Analytics.

De forma rápida, um outro exemplo. Vamos supor que você oferece um serviço de guincho. Seu usuário vai acessar o seu site possivelmente através de um dispositivo móvel, na rua, bravo por ter se envolvido em um acidente, ou porque o carro estragou. Ele não quer saber há quanto tempo sua empresa está no mercado, ver a foto do seu guincho, da sua frota ou saber há quanto tempo você socorre pessoas, ele quer apenas que o tirem da situação atual para que ele resolva o outro problema de chegar onde ele precisava. Logo, um site rápido (para facilitar o acesso via 3G, 4G, etc), responsivo (que se adapta facilmente aos mais variados tamanhos de telas disponíveis), e sem muita frescura, de preferência apenas com os dizeres: “GUINCHO: (XX) XXXX-XXXX 24 HORAS”.

Entender o seu usuário e o comportamento dele pode te fazer enxergar o site com outros olhos, e dar ao usuário não aquilo que você gosta, mas aquilo que ele precisa.

Mas se o problema for realmente o contemplado acima e você compreende o comportamento do seu usuário, mas o seu site não facilita a conversão e não ajuda a resolver os problemas dele, está na hora de pensar em algo novo, talvez um site a partir do zero. Não pense no dinheiro gasto que teve com uma experiência ruim, mantenha o foco nas vantagens que um bom site podem trazer para o seu negócio, pesquise mais, veja quais são as possibilidades de tecnologias disponíveis para criar um site otimizado, intuitivo, responsivo e que principalmente ajude o seu usuário a resolver os problemas dele. O quanto antes você reagir e corrigir o problema, menos dinheiro você deixará de perder.

Dicas para investir em marketing digital

Meu site é ótimo, mas não recebo contatos através dele, o que devo fazer para melhorá-lo?

 

Novamente questiono: o site é ótimo visto sob a sua ótica ou a do seu usuário? Ele pode ser o melhor site do mundo para você, sentado em seu computador com uma tela de 24”, mas já fez um teste para ver como ele se comporta em um dispositivo mobile?  Uma dica é instalar o Google Analytics, uma ferramenta gratuita que apresentará métricas do seu site. Com ele você conseguirá acompanhar de onde vem seu tráfego, quantos usuários são novos e quantos são recorrentes, quais as páginas mais acessadas, por onde os usuários entram e onde eles perdem interesse, qual o tempo médio das visitas, entre diversas outras informações que podem te apresentar um panorama do que deve ser melhorado.

Um site bonito não quer dizer que seja um site ótimo. Ele pode conter falhar em alguns quesitos de otimização que são importantíssimos para ele ser encontrado, não ser fácil de navegar, não resolver problemas, e não encaminhar para a conversão de visitantes em leads. O projeto deve contemplar desde o início um estudo, por menor que seja, de um público alvo que irá utilizá-lo e se possível passar por testes de utilização com usuários reais. Talvez algumas poucas mudanças já ajudem a aumentar – ou gerar – conversões que estejam dentro do que você esperava.

Mas digamos que seu site é muito bonito e recebe muito tráfego. O que pode haver de errado? Por que ele não vende? Ou talvez por que você não recebe contatos através dele? Vários fatores podem ser considerados, e reitero que uma análise através de ferramentas adequadas são importantes para enxergar o que pode ser feito para melhorar.

Eis alguns fatores que podem baixar a efetividade do seu site:

  • Pouco conteúdo relevante
  • Falta de otimização do conteúdo para SEO (imagens, títulos, textos)
  • Falta de planejamento de UX / UI
  • Velocidade de acesso do servidor lenta
  • Problemas em formulários de contato
  • Falta de credibilidade

Por fim, gostaria de deixar algumas dicas para facilitar a vida de quem quer contratar uma empresa para criar um site profissional, otimizado e que principalmente converta.

1º PLANEJAMENTO
O planejamento é essencial, e depende inicialmente de você. Sim, a escolha de uma boa agência ou profissional estão diretamente ligados ao sucesso do seu projeto, mas não pense que você irá contratar alguém que irá te apresentar a solução e esperar que o resultado apareça. Com mais de 10 anos de experiência no mercado, aqui na MMD nós sempre encorajamos os nossos clientes a estarem presentes nos projetos, com acompanhamento das etapas para termos sempre um feedback de quem está envolvido no dia a dia do seu negócio. Ninguém é melhor do que você, que tem o contato com o seu público alvo, para ajudar no desenvolvimento do projeto. Nossos projetos de maior sucesso são os que os clientes estão diretamente envolvidos e não apenas aguardando resultados.

2º TECNOLOGIAS

Procure saber quais são as melhores tecnologias disponíveis na hora de criar o seu site e se existem outras opções no mercado de profissionais ou agências que desenvolvem na mesma plataforma. Atualmente, a mais utilizada é o WordPress, uma plataforma open source que agiliza o desenvolvimento e permite que você mesmo gerencie seu site depois de pronto. Existem inúmeras opções, mas algumas são restritas e não há profissionais capacitados para realizar alterações futuras, caso algum inconveniente ocorra com quem desenvolveu o seu site.

3º BRIEFING (detalhe o que você precisa)

Procure apresentar tudo o que você espera do seu site para quem irá desenvolvê-lo. Quais são as suas expectativas, quais são as informações essenciais, o que pode ser inserido futuramente, quais as estratégias podem ser aplicadas dentro do que há disponível no Marketing Digital, ações online, integrações, blogs, redes sociais, etc.

4º VEJA PROJETOS JÁ EXECUTADOS PELA EMPRESA

Conheça o portfólio de quem irá criar seu site, mas não fique atento apenas ao visual. Pense em quem é o público alvo do site, e se ele cumpre a função. Se for um site de serviços, eles estão bem claros? Existem opções rápidas para entrar em contato, seja por e-mail, telefone, whatsapp, redes sociais, etc.? Se for um site de produto, eles estão com a descrição completa? Existe uma facilidade de navegação para a escolha entre as opções disponíveis?

5º PESQUISE ANTES DE CONTRATAR
E por último, mas não menos importante, conheça quem irá trabalhar com você. É importante você saber se quem irá fazer o seu site domina o assunto, ou está aproveitando uma brecha de mercado para vender algo que não irá satisfazer as suas necessidades. Neste momento, você é o usuário que está procurando informações relevantes sobre um produto e precisa ser conduzido da melhor forma possível. Assim como você quer uma solução que agrade os seus usuários, procure por alguém que entenda os seus problemas e possa te ajudar a entender o mercado de forma ampla, com opções para criar seu site de forma que fique bonito e funcional.

Espero ajudá-lo com estas informações, e se tiver alguma dúvida pode entrar em contato através da nossa página clicando aqui ou no banner logo abaixo. Até a próxima!

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Walter Pidluznyj

Walter Pidluznyj

Designer Gráfico pelo UNICURITIBA, com Pós-Graduação em Comunicação Digital e E-Branding pela PUC - PR. Possui experiência com criação de interfaces digitais há mais de 10 anos, com cursos adicionais nas áreas correlatas de usabilidade, experiência do usuário e desenvolvimento 3D.

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