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Como superar a crise financeira no Brasil? O que esperar do Marketing Digital em tempos de crise?

Como está a crise financeira no Brasil? Ela vai aumentar?

Hoje, em meio à inegável crise que passamos, é praticamente impossível encontrar alguém que não tenha sido atingido diretamente no bolso. Desemprego, menos dinheiro, menor poder aquisitivo, ou seja, de um jeito ou de outro, a crise atinge a todos.

Alguns índices importantes comprovam a situação do Brasil, como por exemplo, a crise de 2016, que apresentou um PIB negativo de 3,6%, enquanto que em 2010 tivemos um PIB positivo de 7,5%, ou seja, uma grande retração na economia. Outro parâmetro é o índice de desemprego, que teve seu pico no primeiro trimestre de 2017, chegando a 13,7% (mais de 14 milhões de desempregados), porém, com pequenos sinais de melhora nos últimos meses.

O primeiro semestre deste ano registrou um déficit recorde nas contas do governo federal, chegando próximo dos R$ 140 bilhões. A inflação está em torno de 4% ao ano, e as taxas de juros tendem a continuar baixando. A taxa de juros real (descontando a inflação) está próxima de 4%, considerando o histórico do Brasil esta taxa não é ruim, mas considerando a média mundial, ela é alta, e sendo alta acaba inibindo o consumo e os investimentos.

Para baixar a taxa de juros real e retomar o crescimento, depende-se das contas públicas. Mas, infelizmente, neste momento o governo não está colaborando. O presidente está liberando verbas e gastos extras desordenados (em troca de votos na Câmara dos Deputados, para tentar escapar da cassação de mandato). O poder executivo precisa reduzir os gastos, “estancar” o déficit e baixar a dívida pública, dessa forma, baixaria as taxas de juros, propiciando um aumento do consumo e dos investimentos pelas empresas e investidores – nacionais e internacionais.

Mesmo com toda insegurança política, acredito que a Crise não vai aumentar, tendo em vista a credibilidade da atual equipe econômica que, pelo menos até o momento, parece estar “descolada” da crise política. Temos também, além da queda da taxa de juros, alguns índices econômicos apresentando pequenas melhoras, como a pequena redução na taxa de desemprego e a Taxa Selic a 9,25% (com isso, os rendimentos da poupança ficam mais atraentes). Nesta toada de redução da taxa, há previsões de fechar o ano entre 7% a 7,5%.

Enquanto vemos tudo isso não podemos ficar parados, simplesmente esperando a crise passar. Nós, mortais, temos que nos “virar nos trinta” para ter um emprego, se manter no emprego, pagar as contas da família e ainda arcar com mais aumentos de impostos. Somos realmente guerreiros!

Nos perguntamos: Como superar a crise financeira e ganhar dinheiro?

A saída para passarmos com menos “dor” por esta fase e superar a crise financeira é a gestão financeira, pessoal e empresarial. Na vida pessoal a gestão financeira (finanças pessoais) não é só anotar quanto gasto e em que eu gasto. É uma questão comportamental, como criar hábitos, ter disciplina, sonhos, traçar objetivos, trabalhar e lutar por eles.

Para organizar sua vida financeira, sugiro a metodologia DSOP, (do Livro Terapia Financeira, de Reinaldo Domingos, Editora Dsop). É uma metodologia que funciona muito bem e cujos 4 pilares, resumidamente, são:

  • Diagnosticar: fazer o diagnóstico de sua vida financeira, anotar tudo e ao final de trinta dias fazer uma análise, verificando o que é possível cortar ou reduzir;
  • Sonha: ter objetivos, metas e sonhos e colocá-los como prioridade. Anotar os sonhos de curto, médio e longo prazo, depois reservar um valor para estes sonhos (exemplo: poupar de 10% a 20% do salário para realizar os sonhos);
  • Orça: após a fase de diagnóstico você terá um plano, um orçamento, e com esta visão plena da sua vida financeira é o orçamento que vai informar se você pode ou não comprar algo naquele momento, se uma nova prestação cabe no seu bolso;
  • Poupar: quem tem sonhos e objetivos claros e organiza as finanças, vai descobrir que pode poupar.

Lembrando que não é somente nos momentos de crise que devemos nos atentar para os planos, controles e poupança de recursos, mas é fundamental colocá-los em prática sempre. Há uma vasta literatura de qualidade para quem quer estudar, entender e praticar as finanças pessoais.

O mesmo vale para autônomos, pequenos empresários ou grandes empresas. Ter uma gestão financeira séria, organizada, conhecer os custos da empresa e ter um plano de ação é quesito básico de gestão. Leia este outro artigo do nosso blog, sobre como reduzir custos e aumentar receita.

A Gestão financeira é a base de tudo. Resumindo, não se deve gastar mais do que se arrecada, vide o que estamos presenciando no Governo Federal e praticamente em todas as demais esferas. Todos sabemos disso, mas poucos aplicam como deve ser. Para não gastar mais do que se ganha ou arrecada, deve-se ter conhecimento dos gastos, ter planos bem definidos e disciplina nos investimentos.

Só pelo fato da pessoa física ou jurídica organizar suas finanças, saber quanto ganha ou fatura por mês, já é um grande passo e com isto saberá “se defender” da crise e tocar à diante seus projetos. Pode até ser mais devagar do que o planejado, mas estar “vivo” nesta crise já é um grande lucro. Então, passado a fase das “vacas magras”, você ou sua empresa estarão preparados para voar mais alto, e com segurança.

Quando a crise financeira vai acabar?

Sabendo que a atual crise econômica tem sua origem na crise política e considerando o que é noticiado nas mídias todos os dias nos últimos meses, esta crise parece sem fim. Mas não devemos nos entregar ao pessimismo. A crise vai acabar. Não se sabe quando, mas vai.

Acredito que em até um ano (ou seja, no segundo semestre de 2018). Muitos especialistas acreditam que se definindo a situação do atual presidente (independente de sair ou ficar no governo) já teremos um início de retomada. E temos ainda as reformas propostas, que estão em discussão. Por outro lado, já em 2018 teremos novas eleições presidenciais, por isso, a espera de uma grande retomada parece ser mesmo para 2019, com um novo governo.

Toda esta insegurança política deixa empresas e investidores temerários e sem perspectivas reais para investir seu dinheiro em produção, construção, prestação de serviços, etc. Aconteça o que acontecer temos que estar atentos para as eleições de 2018. Será o momento de exercer bem o nosso voto, pesquisar, acompanhar e conhecer os planos dos candidatos, sem nos esquecermos daqueles já envolvidos nos escândalos que temos presenciado.

O que esperar do Marketing Digital durante a crise e no futuro?

O futuro do marketing digital.

Falar em crise não significa somente falar em cortes e reduções de investimento – pelo contrário. Muitas vezes a crise é uma oportunidade, mas poucas são as empresas que querem fazer do limão uma limonada (a maioria prefere enxergar a acidez do limão). As tendências do marketing digital não são diretamente influenciadas pela crise, afinal, o que temos vivido nos últimos anos é uma mudança de comportamento do consumidor na relação com as marcas e empresas prestadoras de serviço, indo muito além do poder de consumo em si.

O poder e o alcance da internet globalizaram as relações comerciais e abriram inúmeras possibilidades, tanto para anunciantes, quanto para os consumidores. Hoje em dia, a questão não é mais “porque investir em marketing digital?”, mas quais são as dicas de marketing digital mais eficientes. O ponto chave é melhorar índices, como o ROI (retorno sobre o investimento) e as taxas de conversões de clientes. Para isso, fazer a escolha certa na hora de investir em marketing é crucial.

Vou me concentrar em algumas soluções de marketing digital para pequenas empresas, que é o foco da agência Muito Mais Digital (atuamos para o mercado das chamadas PMEs – Pequenas e Médias Empresas). Veja:

  • Marketing de Busca: Só tende a crescer, tanto em demanda, quanto em concorrência. Não existe mais um negócio que possa estar fora da internet, portanto, planeje ações de curto, médio e longo prazo nos mecanismos de busca, com estratégias de otimização de sites (SEO) e links patrocinados;
  • Redes Sociais: A “palavra” está cada vez mais com o consumidor. O objetivo deve ser relacionamento, fidelização, lembrança de marca. E quando o consumidor quiser, ele se lembrará daquela empresa que foi bacana na relação, mostrando-se prestativa (sem querer vender a qualquer custo);
  • Segmentação: Não só nas redes sociais, mas através de campanhas de e-mail marketing e estratégias de Inbound Marketing, é possível mandar a mensagem certa, para a pessoa certa e na hora certa. Segmentação é cada vez mais um fator determinante para o sucesso de ações de marketing online;
  • Experiência mobile: A realidade da comunicação móvel é cada vez mais abrangente. Ande de ônibus e você verá a classe trabalhadora – aquela chamada de classe C e D – navegando em seus smartphones pelas redes sociais e em sites de busca. A qualquer hora e em qualquer lugar você precisa ofertar uma experiência mobile que seja agradável e eficiente. Comece pelo básico: tenha um site otimizado para os dispositivos móveis.

Resumindo: não olhe para o momento de crise como a hora de cortar investimentos em marketing – principalmente o marketing online. Continue investindo e esteja atento às tendências do marketing digital para que a sua empresa tenha visibilidade e presença no meio online. Quem recuar agora terá um caminho maior para percorrer depois que os efeitos da crise forem minimizados.

Como crescer investindo em Marketing Digital?

Invista em marketing para crescer!

Crescimento sem investimento não existe. E investimento sem planejamento também não. Ou seja, para crescer, seu negócio precisa de um bom planejamento de marketing digital, com objetivo, metas e ações bem estabelecidos e factíveis. Ganhar dinheiro com marketing digital está cada vez mais possível, mas também cada vez mais concorrido. Hoje em dia, a internet se tornou um ambiente profissional, onde já não há espaço para amadorismo. Cada vez mais as empresas – das pequenas às gigantes – têm investido em estratégias de marketing digital, tanto para relacionamento com os clientes, quanto para abrir novos canais de vendas.

Esteja antenado com tudo que é tendência para aproveitar as oportunidades futuras e não se esqueça de colocar em prática aquilo que já é realidade consolidada, para não ficar pra trás. Por exemplo, se a sua empresa ainda não tem um site otimizado para os dispositivos móveis ou não investe em mídia digital, pare tudo que você está fazendo e se concentre em resolver esses “problemas”. Mas se esse bê-á-bá você já colocou em prática, busque pelas soluções que estão surgindo, as novidades, principalmente as relacionadas com segmentação, customização da comunicação, pois o futuro do marketing está na relação “um a um”, onde cada consumidor será tratado de forma única e exclusiva (isso já é possível através de estratégias de Inbound Marketing).

Cleiton Sales de Ávila

Cleiton Sales de Ávila

Atua na área Administrativa financeira de empresas, finanças pessoais, Comercial e Gestão. Com diversos cursos de aperfeiçoamento nestas áreas. Bacharel em Economia - FAE Business School - Bom Jesus - Curitiba Pós-Graduação em Finanças Avançadas - Fae Business school - Bom Jesus - Curitiba.

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