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Inovador? Entenda como o Google copia Silvio Santos.

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O Google pode ser maior que as empresas do nosso querido Silvio Santos, mas nunca será a maior em nossos corações <3! É uma briga de gigantes. De um lado o carismático apresentador que foi de vendedor de capa para título de eleitor a candidato à presidência do Brasil, com uma trajetória de sucesso e várias empresas interligadas em uma estratégia verticalizada de empreendedorismo de sucesso. Do outro lado, dois estudantes da renomada Standford, que começaram em uma garagem com a ideia de criar um buscador que mostrasse resultados mais relevantes que uma lista em ordem alfabética para os usuários, e tornou-se uma das gigantes mundiais e a maior mídia que conhecemos hoje, com diversos canais e produtos infinitos.

Mas como assim Silvio Santos x Google? Quem o Google acha que é? Acalme-se meu nobre Silvete, não estamos colocando a ternura e vetustez do apresentador mais amado do país em xeque, são apenas alguns argumentos que irão desmistificar o tão glorificado método de inovação da empresa de buscas norte americana e mostrar que, na verdade, trata-se de um método de observação da trajetória de nosso astuto empresário.

O SEGREDO DO SÍLVIO

A trajetória de Silvio – não por coincidência – coincide com a “Jornada do Herói”, modelo cíclico de criar uma história composto por algumas fases nas quais o personagem principal segue uma série de checkpoints para prender a atenção do expectador. Eis o monomito encaixado na vida de Senor Abravanel:

1. Mundo Comum – Apresentação do cenário em que está imerso o guerreiro.
– Filho de pai Grego e Mãe Turca, nasceu no Rio de Janeiro, Brasil.
2. Chamado para a aventura – Um problema ou desafio se faz presente.
– Não tinha dinheiro, mas queria, muito.
3. Recusa do Chamado – O herói, por medo ou outro motivo de força maior, resiste em aceitar a jornada.
– Os fiscais e policiais o impediam de atuar livremente no comércio ambulante de canetas e capas de títulos eleitorais onde começou sua carreira.
4. Encontro com um mentor ou ajuda sobrenatural – Momento em que alguém o encoraja a seguir em frente.
– Conhece Manoel de Nóbrega, o qual o convence a ajudá-lo com a empresa semi falida que possuía em sociedade com o “Alemão”; mais tarde Sílvio compra esta empresa, o Baú da Felicidade, do Manoel de Nóbrega.
5. Cruzamento do portal inicial – Momento em que a jornada começa e o “mundo inicial” é deixado para trás.
– Sílvio começa a atuar em programas de TV para divulgar o Baú da Felicidade.
6. Provações / aliados / inimigos – Momento em que o herói é testado e aprende algumas regras do mundo novo que está ingressando.
– Assina contratos de exclusividade com emissoras de TV que o impedem de comprar uma emissora.
7. Aproximação – O herói tem êxito durante as provações.
– Silvio consegue comprar 50% da Record no nome de outra pessoa.
8. Provação traumática – A maior crise da aventura.
– Situação política e militar do país não concedia para qualquer pessoa um canal de TV, haviam diversos problemas, e o crescimento estava estancado.
9. Recompensa – O herói, exposto a morte, triunfa.
– Criou uma rede de empresas que apoiaram um plano de negócios que sustentaria o canal de TV, e conseguiu então a sua concessão própria.
10. O caminho de volta – O herói retorna ao “mundo inicial comum”.
– Ao conseguir sua concessão, inicia o programa Silvio Santos das 18h até às 24h; posteriormente das 12h às 24h.
11. Ressurreição do herói – Outro teste no qual o herói enfrenta a morte, mas usa tudo o que aprendeu para sobressair à situação.
– A filha de Silvio é feita refém na própria casa, alguns envolvidos são presos e outros fogem. Dias mais tarde, um dos sequestradores mata policiais civis, fere outros e foge; ele retorna à casa de Silvio e o faz refém antes de se entregar. No fim, o triunfante Silvio Santos aparece na sacada de sua casa e concede entrevista a diversas emissoras.
12. Regresso com o Elixir – O herói retorna para casa com o “elixir” e utiliza para o bem comum.
– Silvio continua seu plano de expansão jogando dinheiro em formato de aviões de dobradura para o seu público.

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Embora pareça uma história de filme, e deveria ser, é a história de alguém que começou vendendo capas para títulos de eleitores no Rio de Janeiro. Comprou a primeira, vendeu pelo dobro, comprou outras duas, vendeu, comprou outras quatro… E assim por diante. Em seguida, reparou que havia um vendedor de canetas que se destacava dentre os outros, observou-o e adotou a estratégia de fazer um show de mágicas na rua, e nos intervalos do show, anunciava suas canetas para a população que parava para assisti-lo. Até combinou com um amigo para que comprasse algumas canetas a fim de fomentar outros transeuntes a comprarem também. Certa vez, um fiscal o pegou e não levou para a delegacia, mas apresentou nosso intrépido vendedor a um amigo que trabalhava em uma rádio, já que ele tinha uma voz bonita.

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Conseguiu um emprego na rádio, mas não gostava do salário, achava-se muito limitado. Neste período continuou como vendedor ambulante e na rádio; usava seu salário fixo para se manter e reinvestia o dinheiro de ambulante no próprio comércio de rua. Também serviu o exército brasileiro como paraquedista.

Conseguiu um emprego em uma rádio em Niterói, separada do Rio de Janeiro por uma balsa. Como seu horário na rádio era mais extendido, ele pegava a última balsa para casa, próximo da meia-noite. Junto com ele, vinham algumas outras pessoas na balsa, e pela experiência que tinha com publicidade em rádio identificou que poderia inserir uma caixa de som com músicas e publicidade na balsa, mas como não tinha dinheiro (ou não queria gastar do seu), permutou uma caixa com uma loja em troca de publicidade na balsa, e começou um novo negócio. Os passageiros compraram a ideia e alguns até arriscavam uns passos de dança, gerando uma nova demanda que nosso fleumático personagem televisivo de imediato identificou e, logo colocou a venda algumas bebidas. O negócio deu certo e a caixa de som acabou por ficar o dia inteiro na balsa, enquanto ele ainda trabalhava na rádio. Mas a balsa na qual o empreendimento funcionava acabou entrando em manutenção por um longo período, e o negócio se esvaiu.

Nessa época, Silvio foi conhecer São Paulo, ̶e̶l̶e̶ ̶f̶i̶c̶o̶u̶ ̶b̶e̶s̶t̶i̶f̶i̶c̶a̶d̶o̶ ̶c̶o̶m̶ ̶a̶ ̶c̶i̶d̶a̶d̶e̶ ̶e̶ ̶c̶h̶e̶g̶a̶n̶d̶o̶ ̶n̶a̶ ̶r̶o̶d̶o̶v̶i̶á̶r̶i̶a̶ ̶v̶i̶u̶ ̶a̶s̶ ̶l̶u̶z̶e̶s̶ ̶d̶e̶ ̶n̶a̶t̶a̶l̶,̶ ̶m̶e̶u̶ ̶D̶e̶u̶s̶ ̶m̶a̶s̶ ̶q̶u̶e̶ ̶c̶i̶d̶a̶d̶e̶ ̶l̶i̶n̶d̶a̶!̶ ̶N̶o̶ ̶a̶n̶o̶ ̶n̶o̶v̶o̶ ̶c̶o̶m̶e̶ç̶o̶ a … Participou e ganhou de um concurso para locutores na Rádio Nacional, onde conheceu Manoel de Nóbrega, que era radialista. Ainda neste período, abriu um bar em São Paulo e virou sócio do irmão de Hebe Camargo.

Manoel de Nóbrega, conhecendo o potencial empreendedor de Sílvio, pediu que ele o ajudasse com um problema que ele tinha com um sócio em uma empresa chamada “Baú da Felicidade”. Silvio foi encarregado de acertar as contas e fechar a empresa. Mas ao deparar-se com o modelo de negócios, entendeu que havia uma grande oportunidade de ganhar dinheiro se houvessem algumas mudanças.

Ao assumir o Baú e começar a colocar em ordem, fez compras em grandes quantidades para conseguir um preço melhor, mas por isso precisava colocar vendedores na rua para vender os carnês. Fez um acordo com um político em troca de publicidade e conseguiu um carro para colocar sua equipe na rua. Continuava trabalhando na rádio, e sustentando-se com seu salário.

Silvinho Designer fez um esboço de uma boneca e encomendou 40.000 unidades a uma fábrica, além de outros 20.000 aparelhos de jantar. Foi nesse momento que Manoel de Nóbrega deu o Baú para Silvio, o qual acabou pagando-o mais tarde.

Ao longo desse tempo, ele sempre deu cartões para pessoas que encontrava e achava que eram competentes, oferecendo emprego para elas, caso precisassem alguma dia. Com isso, muitos foram atrás dele e viraram seus funcionários. Silvinho Rico não ficou rico sozinho, deixou muitas outras pessoas ricas também. Mas sempre teve como seu mindset não retirar dinheiro de suas empresas, sustentava-se com o salário de apresentador e reinvestia o dinheiro que ganhava.

O Baú precisava de divulgação à altura para conseguir sucesso (e também para vender as 40.000 bonecas projetadas por Sílvio Santos). Foi então que ele contratou 2 horas de TV para criar um programa e anunciar o Baú da Felicidade. Mas 2 horas apenas com o Baú no ar não seriam atrativos e ele viu que poderia vender espaço publicitário também ali. Criou então uma empresa de publicidade e agenciava para outros anunciantes em seu programa, sorteava prêmios para atrair e reter seus expectadores também.

Começou a sortear casas próprias, mas enfrentou uma barreira geográfica e financeira. Como conseguir casas pelo Brasil inteiro a um preço que fosse bom para o negócio? Você faria o que nesta situação, nobre leitor? Desistiria e passaria a sortear algo diferente? Nosso Joseph Climber Grego não fez o mesmo, e persistiu… Montou uma empreiteira e ele mesmo construía as casas, além de vendê-las é óbvio, e ganhar mais dinheiro para reinvestir. Seguindo a mesma lógica, ele precisava de carros para sortear na TV, e também para os vendedores do Baú, e agora você já pegou a ideia de nosso mestre: montou uma concessionária de veículos. Com a concessionária, ele sorteava os carros, comprava-os mais barato para os vendedores do Baú, e ainda pagava a manutenção mais barata.

E veio a Rede Globo e comprou a emissora que nosso talentoso mago do populismo fazia-se conhecido por esse país a fora, e vendo o potencial do Silvinho do Brasil, propuseram uma cláusula em que ele não poderia ser proprietário ou sócio de nenhuma outra emissora enquanto durasse seu contrato. Mas vocês acham que isto impediria o homem que vendia e comprava tudo? Não meus caros, quem desiste são pessoas de carne e osso, ele já era um ser que pairava no ar pelas ondas televisivas, nada o impediria. E depois de alguns contratempos, comprou com a ajuda de outras pessoas 50% da TV Record.

Mas 50% de uma emissora ainda não eram a sua emissora, ele queria uma concessão própria, e montou um plano de negócios matador, uma estratégia verticalizada em que suas empresas sustentariam a emissora com publicidade, portanto, ela já nasceria com o Break Even atingido, e correria atrás de novos anunciantes para lucrar ainda mais. E com isso entrou no programa Minha Emissora Minha Vida (mentira) e conseguiu seu canal. Começou com seu programa das 18h às 24h, e depois das 12h às 24h, aos domingos.

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A luta por audiência era árdua, enfrentar a gigante Globo não era fácil, mas eis que mais uma vez surge nosso austero empreendedor incontrolável e aplica a máxima na sua vida televisiva: “se não pode vencê-los, junte-se a eles”. O loquaz Silvio quando viu que não tinha condições de competir com o famigerado Jornal Nacional, anunciava descaradamente que o filme que passaria só iria começar após o término do programa da concorrência. Percebam o quão fundo ele compreendia o comportamento do seu consumidor?

Ao longo do tempo, ele criou vários programas que interagiam e falavam a linguagem do povo, como o povo gosta e quer ouvir. Sua percepção do que funciona com seu público é algo que se estende ao longo de muito tempo, e criaram o arquétipo mais amado do país.

UM POUCO DO GOOGLE

O pernóstico Google (www.google.com.br – para os que não conhecem ainda vale a pena a visita) é hoje uma das grandes empresas mundiais. Começou em uma garagem em 1997, como projeto final de faculdade de Larry Page e Sergey Brin. A ideia era aperfeiçoar os buscadores que existiam até então, que na verdade eram diretórios de sites organizados por ordem alfabética. O algoritmo proposto por eles sugeriria alguns critérios nos quais os sites com maior relevância teriam a melhor posição, e assim foi criado o Page Rank.

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O próprio google exibe o resultado com a foto e descrição de Silvio Santos, quando você faz a busca por “quem é o lider do google”. Possivelmente é um erro no código e será corrigido em breve.

Desde seu lançamento, o Google cresceu e inventou vários novos produtos, aplicou muitas estratégias, contratou excelentes profissionais, desenvolveu muitos projetos, falhou em inúmeros e teve sucesso em tantos outros que o ajudam a manter-se na liderança mundial em vários segmentos.

Grande parte dos produtos do Google foram inventados e interagem entre si. Como um exemplo, o simpático carro sem motorista que está em desenvolvimento, que baseia-se na estrutura de geo localização já bastante explorada quando foi desenvolvido o Google Maps, os dispositivos de geo localização das diversas versões do Android em diversos aparelhos diferentes, entre outros projetos.

Hoje o Google virou o nome apenas do buscador, a empresa que gerencia todos os outros projetos chama-se Alphabet, mas o nome parece que não pegou tão forte como o inicial, que virou até mesmo verbete de dicionário:
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MAS COMO ASSIM ESSAEMPRESINHA COPIOU O SILVINHO DA GALERA?

Sim amigos, agora que apresentei detalhadamente a história COMPLETA dos dois lados, vou explanar em detalhes, gráficos e comprovações científicas como o Google (doravante Imitão), copiou o ilustre membro do reino de Abravanel, Filho do Brasil, o não ímpio, Pai da TV brasileira, Rei dos Domingos e primeiro a ser lembrado, JEQUITI, Senhor do Canal 4 e adjacentes, maior do seu nome, Gigante do Empreendedorismo.

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Silvio Santos Criou

Google Imitou

Roque

Evangelista do Google

Aviõezinhos de dinheiro

Bônus para anunciar

Jurados dos programas

Youtubers

Quer namorar comigo?

Google Glass

Lombardi

Google Translator

Peão da casa própria

Android

Topa tudo por dinheiro

Afiliados

Jequiti

Adsense

Namoro ou amizade

Orkut

Porta da Esperança

Buscador

Ivo Holanda

Windersson Nunes

Caravanas

Círculos do Google +

Qual é a música?

Play Music

Show do Milhão

Google Shopping

Casa dos Artistas

Picasa

Passa ou repassa?

Chrome Book

Pegadinhas

Mental Plex

BRINCADEIRAS À PARTE, AS LIÇÕES QUE PODEMOS TIRAR SÃO MUITAS.

Agora que já nos divertimos, vamos ao que interessa! A trajetória de Sílvio Santos e do desenvolvimento do Google trazem-nos diversas aplicações que podemos ter em nossa rotina de empreendedores, mesmo que pequenos comparados aos gigantes.

1ª Lição – Empresa Rica – Dono pobre.

Sílvio Santos guardava o dinheiro e reinvestia na própria empresa, ele não “assaltava” o próprio negócio. O dinheiro dele e o da empresa eram desde o início separados, para que cada qual tivesse a sua independência e estabilidade. Empresa rica – dono pobre, para mais tarde tornar-se Empresa rica – dono rico.

2ª Lição – Fale a linguagem do seu público alvo.

Desde quando começou a observar o “Alemão das canetas”, e adaptou o método de vendas com propagandas durante um show de mágicas na rua, Sílvio entendeu que a linguagem do público deve ser adaptada para aumentar seu retorno. Pense como seu consumidor interage, fala, assiste, vê; se precisar de ajuda para criar uma rotina do seu consumidor, consulte nosso post sobre Como Aumentar a sua Receita com Estratégias Comprovadas e no final da leitura preencha o formulário para montar a sua persona.

3ª Lição – Entenda a sua função como empresa, e observe o ambiente ao seu redor. A sua melhor oportunidade neste momento pode estar muito próxima de você.

Quando Sílvio enxergou a oportunidade de colocar uma caixa de som em uma balsa para fazer anúncios, ele viu que o negócio dele não era o entretenimento como apresentador, animador de plateia ou radialista, mas sim a publicidade. Essas atividades eram apenas o meio do qual ele utilizava para trabalhar a publicidade. Da mesma forma, se uma empresa como a Petrobrás entende que o ramo dela é energia, e não combustível, ela pode expandir os meios de atuação e atacar novos mercados rentáveis que estão bem mais próximos dela, evitando assim deslocamentos para atingir novos mercados com um mesmo produto.

4ª Lição – Mesmo que você não goste de tudo o que tem que fazer, faça com vontade.

Quando Manoel de Nóbrega insistiu para que Sílvio o ajudasse com o Baú, ele com certeza não foi feliz da vida até uma empresa quebrada, resolver um problema para livrar o nome do amigo, mas foi lá e fez muito mais do que a missão que tinha sido confiada a ele naquele momento. Mesmo que você faça o que você gosta, ser empreendedor é enfrentar dificuldades e resolver vários outros assuntos que você não quer resolver. Encare cada um dos desafios com olhos que buscam sempre a superação, pois são nos momentos de maiores dificuldades que surgem as grandes ideias. Se algo que você não gosta surgir na sua frente, coloque como meta pessoal extrair algo bom daquilo e você vai procurar até achar uma solução que resolva o seu problema e crie novas perspectivas para o seu crescimento, pessoal ou empresarial.

5ª Lição – Se a vida te deu limões, faça uma limonada… Ou um loja de limonadas, expanda para outros sucos e monte algo maior!

Se você precisa de um carro para poder trabalhar e não o tem, procure logo algum jeito de conseguir, crie cenários nos quais você pode expandir seus canais de venda de modo a pagar pelo carro e ter lucro em cima dele, coloque as dificuldades para trabalhar a seu favor. Não deixe que obstáculos sejam encarados como barreiras intransponíveis, se algo não está dando certo, tente de outra forma. Particularmente eu sempre penso quando vou começar um projeto no melhor cenário possível para atingir, depois de idealizado, é hora de partir pro planejamento e ver como eu posso chegar ao meu objetivo. Ao logo do caminho SEMPRE acontecem mudanças, às vezes para melhor, às vezes para pior, mas com um planejamento, por mais simples que ele seja, a visualização dos caminhos alternativos ficam mais claros e a condução ao longo da jornada torna-se menos angustiante.

6ª – Lição – Tudo está indo como planejado, mas nunca “deixe a vida te levar”.

Tudo está ocorrendo dentro do que você planejou? Suas metas de curto, médio e longo prazo estão dentro do previsto? Ótimo! Está aí uma ótima oportunidade de pensar em novos meios para conseguir aumentar seus resultados. Talvez aquele passo um pouco mais arriscado, mas que talvez traga um resultado maior do que o inicialmente imaginado? Não ache que está tudo bem e vai continuar assim, inovação é uma constante para quem quer manter seu negócio.

7ª Lição – Sempre fique atento aos talentos que podem te ajudar a crescer.

Você já assistiu a alguma entrevista de um grande empreendedor? Eu já assisti várias, e recomendo procurar no Youtube, está recheado de bons canais, como por exemplo, o Man in the Arena. O legal desse canal em particular é que nas entrevistas eles sempre pedem para que os entrevistados digam alguma coisa para o “eu lá do começo do negócio”, que ele sabe hoje mas não sabia antes, e as respostas são bem próximas. Uma das constantes que eu notei foi: contrate bem! Contratar pessoas eficientes é imprescindível para o crescimento de qualquer empresa. Ter pessoas nas quais você possa confiar as tarefas enquanto você se preocupa com o que realmente interessa no seu papel como líder da empresa é fundamental para a evolução pessoal sua, da empresa e dos próprios funcionários.

8ª Lição – Se você chegou onde planejou, manter-se na posição pode te dar mais trabalho do que você teve para chegar lá.

Se algo está fácil de mais, desconfie. Conquistar uma posição pode durar anos, meses, semanas, dias ou até mesmo horas. Não basta chegar, você tem que trabalhar, e muito, para permanecer onde se encontra. Pense que a concorrência não para, e se você parar ficará para trás.

9ª Lição – Inovar não é preciso, é necessário. Sem inovação, não há crescimento.

Mas em alguns segmentos não é possível inovar. Será mesmo? Sim… Um agricultor, por exemplo, ele não tem como inovar. Será mesmo? Não há formas de otimizar com maquinários o plantio e a colheita? Os insumos com tecnologias modernas garantem mais produtividade, existem outros canais de venda a serem explorados, enfim… Um mar de oportunidades. Pare agora e pense: quantas oportunidades você está deixando passar por estar ocupado demais com tarefas do dia a dia? Que tal colocar como meta nos próximos dois dias pensar em algo que garanta uma nova rentabilidade para o seu negócio?

A história completa de Sílvio Santos não foi escrita porque não terminou, e também não caberia em um post, mas espero que tirem proveito das lições de nosso mentor que faz de sua vida uma espécie de grande livro de provérbios com interpretações das quais podemos tirar grandes lições. Obrigado por chegar até aqui ;)

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Walter Pidluznyj

Walter Pidluznyj

Designer Gráfico pelo UNICURITIBA, com Pós-Graduação em Comunicação Digital e E-Branding pela PUC – PR. Possui experiência com criação de interfaces digitais há mais de 10 anos, com cursos adicionais nas áreas correlatas de usabilidade, experiência do usuário e desenvolvimento 3D.