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Mudanças nos hábitos dos consumidores: os efeitos da pandemia

Há pouco tempo, precisamente no começo de 2020, tudo permanecia exatamente igual aos últimos anos: férias em janeiro, malabarismo para pagar as contas que se multiplicam no começo do primeiro semestre, muitas expectativas e planos para os próximos meses.

Mas, tudo isso mudou drástica e rapidamente com o espalhamento da COVID-19 e a declaração da pandemia, instaurando um período de incertezas e volatilidade. A partir de então, ninguém sabia ao certo o que aconteceria e como agir.

Essa nova situação provocou uma intensa e profunda mudança em vários campos, com mais pessoas ficando em casa por conta do isolamento social, prevenção da saúde e redução do risco de contaminação.

Curiosamente, ficar em casa mais tempo também gerou uma mudança nos hábitos dos consumidores, que agora precisavam comprar online alimentos, produtos de higiene, medicamentos, roupas, entre outros itens.

No entanto, não foi somente a transição do consumo das lojas físicas para as online que foi notado. A seguir, listamos quais foram os efeitos da pandemia nos hábitos de consumidores. Confira e entenda como eles podem impactar seu negócio!

Digitalização dos hábitos de consumo

Com a pandemia, as pessoas se viram obrigadas a adotar novos hábitos de compras, já que durante um longo período evitaram sair de casa. Fui justamente nesse momento que ocorreu um boom de compras online.

A pandemia acelerou o processo de digitalização do consumo, com mais pessoas realizando compras online, seja por e-commerce ou aplicativos próprios de delivery.

Para se ter uma ideia, o crescimento de compras online de verticais varejistas de supermercados e farmácias que estava previsto para os próximos dois ou três anos ocorreu em poucos meses, fazendo com que as empresas tivessem de adaptar seus processos rapidamente.

De acordo com uma pesquisa do Google, 51% dos consumidores que aderiram à compra online pretendem continuar utilizando esse recurso mesmo após a pandemia, o que aponta para uma certa estabilidade ao e-commerce varejista no futuro. Compras em lojas físicas serão realizadas somente como complemento às que são efetuadas online.

Crescimento da compra de alimentos, produtos de limpeza e de bem-estar

Ficar em casa obrigou muitos a comprarem alimentos prontos ou fazer suas refeições. Com isso, a venda de alimentos cresceu exponencialmente. Além disso, a necessidade de uma higienização correta pessoal e da casa fez com que a procura por esses itens aumentasse muito, esgotando os estoques.

Paralelamente, a busca por produtos de bem-estar, que causam sensação de cuidado, conforto e segurança, também explodiu, demonstrando uma preocupação do consumidor em cuidar de si, algo que tende a ser mantido no pós-pandemia.

Decisão de compra em grupo

Durante o isolamento social, a família se viu obrigada a passar mais tempo junta e dividir tarefas. Daí surgiu um novo hábito, a decisão de compra em grupo. Listas feitas em aplicativos são compartilhadas, possibilitando que todos saibam o que falta em casa e possam comprar tais itens. Antes, o consumo era individual, com decisão de compra restrita, na maioria das vezes, a somente uma pessoa.

Aumento da procura pelo comércio local

Desde o início da pandemia e isolamento social um movimento ganhou força: o de compra no pequeno produtor. É o caso do restaurante pequeno perto de sua casa, da quitanda que fica logo ali na esquina e de marcas com produção reduzida, que dependem de vendas realizadas diariamente para se manter.

O aumento da demanda fez com que diversos pequenos negócios finalmente tomassem coragem e investissem no universo online e estratégias de marketing digital para atrair clientes e maximizar resultados. Isso pode ser notado na abertura de lojas online, presença em marketplaces e em aplicativos de delivery.

Busca por praticidade e segurança

Os novos hábitos dos consumidores estão focados na busca pela praticidade e segurança, principalmente de sua saúde. Isso tem a ver com a incerteza provocada pela pandemia, com o consumidor buscando familiaridade, segurança e conforto em tudo que faz.

É por isso que o consumidor tende a recorrer a compras em locais que sempre frequentou e que praticam medidas de segurança e redução do risco de contaminação pelo novo Coronavírus, o que forçou as empresas a adaptarem seus processos para atender essa demanda.

>> Leia também: Como o “novo normal” afeta as suas estratégias de marketing?

O que deve ficar no pós-pandemia?

O mercado é extremamente volátil e novas situações podem ocorrer, mudando seu rumo. Por isso, não é possível prever com total certeza o que será permanente na vida pós-pandemia.

Atualmente, o que se nota através dos hábitos de consumo, análise de dados e tendências é que provavelmente os consumidores continuarão valorizando a segurança e praticidade e temendo riscos de saúde.

Portanto, acredita-se que os novos hábitos serão mantidos após a pandemia. Nisso, empresas que investem mais no digital, mantêm-se mais próximas das pessoas (para gerar familiaridade e satisfação), adaptam-se para melhor atender as demandas do consumidor de acordo com o momento vivido e têm mais chances de sobreviverem e atingirem crescimento.

Felipe Carvalho

Bacharel em Comunicação Social - Habilitação em Publicidade e Propaganda, pela PUC-PR. Certificado avançado em Google Adwords (pesquisa, display, shopping, vídeo e apps). Certificado em Inbound Marketing e RD Station, pela Resultados Digitais. Atua no mercado de marketing há mais de 10 anos, com foco em search marketing desde 2010.

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