Você está em: Home » Entenda o que é o Neuromarketing, suas principais técnicas e como se beneficiar dele
O que você vai encontrar neste artigo:
ToggleO Neuromarketing é uma poderosa ferramenta para conquistar e maximizar os resultados de seu negócio, dando suporte na estratégia de crescimento.
Mas você sabe o que é o Neuromarketing e como se beneficiar dele? Aqui, apresentamos tudo o que você precisa saber sobre essa estratégia. Continue a leitura para descobrir!
Trata-se de uma área do marketing que estuda o comportamento do consumidor, buscando entender o que influencia suas decisões de compra. Durante esse processo, o Neuromarketing combina técnicas de neurociência, marketing e psicologia.
Especialistas em Neuromarketing estudam como o cérebro processa informações e reage a estímulos de marketing e publicitários. A prática gera insights sobre o que realmente capta a atenção do consumidor e desperta sua emoção.
A abordagem não se limita a pesquisas tradicionais! Especialistas da área exploram respostas inconscientes dos consumidores, usando ferramentas como o eletroencefalograma e a ressonância magnética funcional. Por meio delas, é possível analisar reações do cérebro a estímulos externos.
Com base nas informações dos estudos, as marcas podem criar campanhas de marketing mais persuasivas. O Neuromarketing permite identificar e utilizar as melhores cores, sons e imagens para se conectar com os desejos e necessidades do público. O resultado é positivo nas vendas e no entendimento aprofundado do consumidor, podendo realizar campanhas mais assertivas.
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O Neuromarketing utiliza técnicas específicas para influenciar o comportamento do consumidor, sempre com base em como seu cérebro reage a certos estímulos. Confira, a seguir, quais são as principais:
Também chamados de gatilhos mentais, são palavras, sons, pessoas, discursos, atitudes, entre outros elementos que podem causar reações como alegria, nostalgia, desejo, empatia, medo, ansiedade, entre outras.
Uma das maneiras mais simples de usar os gatilhos emocionais é identificar aqueles que seu público-alvo valoriza e criar mensagens que despertam esses sentimentos, geram conexão com a marca e estimulam a ação desejada.
As cores impactam o subconsciente, ajudando a moldar percepções sobre produtos e marcas. O azul, por exemplo, é associado à tranquilidade. Já o vermelho remete à paixão e intensidade.
Para usar essa técnica é simples: recomenda-se a escolha de cores que refletem os valores da marca e estimulem as respostas emocionais que deseja, levando o público à tomada de decisão.
O storytelling é uma técnica de contar histórias de forma envolvente, para transmitir uma mensagem e criar uma conexão emocional com o público. Isso faz com que os consumidores se identifiquem com a marca, tornando seu produto ou serviço memorável e desejado.
Adotar a técnica de storytelling envolve estruturar campanhas com histórias reais ou fictícias envolventes, que se conectem com conquistas, desejos e desafios do público. Nessa história, deve-se destacar como a marca ou seu produto / serviço pode fazer parte dessa jornada.
A técnica de escassez tem a ver com criar um senso de urgência. O princípio de escassez explora essa tendência, estimulando uma ação rápida do consumidor. A ideia é que não perca a oportunidade e aja o quanto antes.
Trata-se de uma técnica muito usada em promoções de curto prazo ou produtos em edição limitada. Normalmente, utiliza frases como “últimas unidades disponíveis” ou “oferta válida só hoje”, para incentivar a tomada de decisão.
O Neuromarketing é uma técnica eficaz e há vários cases de sucesso de marcas grandes que podem comprovar isso. Um exemplo clássico é o da Coca-Cola, que utiliza essa abordagem para transformar seu produto em uma experiência emocional.
A Coca-Cola é famosa por suas campanhas, principalmente de Natal e festas de fim de ano, que evocam sentimentos de união, felicidade e nostalgia.
No início dos anos 2000, uma pesquisa avaliou a percepção dos consumidores em relação à Coca-Cola e à Pepsi, que são marcas concorrentes. Nesse processo, foi utilizada a ressonância magnética funcional para avaliar a preferência do consumidor entre as marcas.
Na primeira etapa cega do estudo, os participantes tiveram atividades cerebrais equilibradas ao provar as bebidas, sem saber a marca. Já na segunda, os participantes provaram dois copos com a mesma bebida, porém só um tinha marca.
Nessa etapa, a região cerebral associada à tomada de decisão foi mais ativada quando os participantes bebiam do copo identificado como Coca-Cola. Além disso, houve uma atividade cerebral nas áreas associadas à memória. Isso não aconteceu com a Pepsi.
E o que isso quer dizer? O estudo mostra que a marca conseguiu se conectar com seu público, despertando a memória e sentimentos positivos por meio de uma comunicação consistente e eficaz.
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