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O que você vai encontrar neste artigo:
ToggleÉ fato: o brasileiro está cada vez mais adepto ao uso da internet para realizar as mais diversas atividades cotidianas. Desde pesquisar por um restaurante na região onde se encontra na hora do almoço, passando pela pesquisa de mão de obra para contratação de um serviço, compra de produtos e, principalmente, o entretenimento. Essa é uma resposta objetiva para quem ainda se pergunta: vale a pena investir no Google Ads? E na otimização de sites?
Está mais do que evidente de que vale a pena investir no Google Ads, tanto quanto vale a pena investir em otimização de sites (SEO). A questão correta, então, seria: como investir no Google Ads? Como investir em SEO? Neste caso, o fator “como investir” é quem vai determinar o sucesso de uma campanha. A definição da estratégia, do objetivo e das metas é o primeiro passo para se iniciar um projeto de sucesso em marketing digital.
Vamos começar pelo básico: entendendo o que significa SEO e tráfego pago. Ambos são conceitos que podem confundir algumas pessoas, mas não se engane, são estratégias de marketing digital diferentes. Confira detalhes sobre cada uma delas:
Trata-se da Otimização para Motores de Busca (Search Engine Optimization). O objetivo aqui é fazer com que um site apareça na melhor posição possível de uma página de resultados de busca, como a do Google.
Atenção a um detalhe muito importante: a posição de destaque é obtida organicamente, ou seja, sem pagar à plataforma. Por isso, é uma estratégia de custo acessível, que atrai tráfego qualificado sem precisar de um orçamento alto.
É o tráfego gerado a partir de anúncios. A empresa paga para que o site tenha destaque em páginas ou resultados de busca. O exemplo clássico e mais conhecido de tráfego pago é o anúncio visualizado nas primeiras posições de resultados de pesquisa do Google.
Como é uma estratégia paga, exige um orçamento maior para implementação do que o SEO. É possível trabalhar com diferentes plataformas de anúncios, como Google Ads e Meta Ads.
Confira também: Você está comprando cliques ou comprando oportunidades? A diferença que o tráfego pago pode fazer
Afinal, quais são as diferenças entre ambas as estratégias de marketing digital? Vamos nos aprofundar em cada uma delas, para entender mais sobre ambos os tipos de tráfego:
O tráfego pago tem um custo maior que o tráfego orgânico. Ele exige um investimento constante, enquanto o orgânico requer um valor inicial maior no começo do projeto, mas os custos se mantêm baixos em longo prazo com o SEO.
Na versão paga, os resultados são praticamente imediatos, afinal, você paga para ter destaque em diferentes plataformas. Já no tráfego orgânico, é preciso ter paciência e constância, pois a estratégia demora alguns meses para trazer resultados.
A tendência é que o tráfego orgânico gere mais confiança, credibilidade e autoridade à marca. Isso acontece porque trabalha com a criação e divulgação de conteúdo relevante e original, e não com anúncios pagos.
As campanhas pagas permitem o teste rápido de mensagens, públicos e estratégias variadas, podendo obter resultados em curto prazo e realizar os ajustes necessários. Em campanhas orgânicas, não há essa flexibilidade, pois o impacto é mais demorado.
Depois de descobrir o que significam, chegou o momento de saber quando usar SEO e tráfego pago. Ambos têm funções distintas e complementares, e sua aplicação deve ser contextualizada ao momento do negócio, ao orçamento disponível e aos objetivos de curto e longo prazo. Veja quando escolher cada um:
A principal vantagem do SEO sobre o tráfego pago é a sustentabilidade. Uma vez bem-posicionado, seu conteúdo pode gerar tráfego de forma contínua, sem que você precise pagar por cada clique. Ou seja, é eficaz e econômico em médio e longo prazos. Essa é a melhor estratégia quando:
É importante ressaltar que o SEO exige tempo e paciência. Os resultados não são imediatos e podem levar de 3 a 6 meses ou mais para se consolidarem, dependendo da concorrência e da autoridade do domínio.
O tráfego pago oferece resultados rápidos e controle preciso sobre a segmentação e o investimento. É ideal para quem precisa de leads e vendas no curto prazo, como em lançamentos, promoções ou eventos sazonais.
É uma estratégia que dá visibilidade e destaque à marca rapidamente. A empresa ainda tem controle total do orçamento diário para a campanha e facilidade de mensuração com métricas como ROAS (Return on Ad Spend).
Mas é importante lembrar que ao interromper os investimentos, o tráfego cessa instantaneamente. Isso mostra a dependência da mídia paga para manter o volume de visitas.
Qual é melhor: SEO ou tráfego pago? A resposta correta é: depende. Tudo gira em torno dos seus objetivos, do tempo que você tem para alcançá-los e do orçamento disponível.
Se o seu objetivo é construir autoridade digital, gerar tráfego contínuo e o orçamento é reduzido, começar com SEO é uma excelente decisão estratégica. Ele prepara o terreno para o médio e longo prazo. No entanto, se você precisa gerar leads agora, começar com o Google Ads pode acelerar seu retorno.
Quer saber qual é o melhor cenário? Combinar as duas estratégias! Em vez de pensar em SEO vs tráfego pago como uma disputa, o ideal é enxergar ambos como complementares.
O tráfego pago traz o impulso inicial que a marca precisa e o SEO garante a sustentação do resultado. Integrar as estratégias permite uma performance digital completa, equilibrando custo do tráfego pago vs SEO com mais inteligência.
Quando se fala em otimização SEO, ainda é comum associar o conceito apenas à produção de conteúdo e uso de palavras-chave. No entanto, o SEO moderno evoluiu bastante e hoje é sustentado por pilares técnicos e de experiência, que impactam os resultados orgânicos e as taxas de conversão do site.
A tecnologia e a usabilidade são pilares do SEO. Elas formam a base que permite que qualquer estratégia de conteúdo funcione de forma eficiente. Veja como funciona na prática:
A otimização técnica SEO tem como principal objetivo garantir que os mecanismos de busca consigam rastrear, interpretar e indexar corretamente todas as páginas de um site.
O foco é em otimizações on-page para melhorar a arquitetura da informação e remover barreiras tecnológicas. Assim, eliminam-se dificuldades na leitura e na interpretação do código pelos bots ou fatores que possam dificultar conversões no site.
A lentidão no carregamento, por exemplo, é uma das maiores barreiras tanto para os robôs do Google quanto para o usuário final. Um site lento aumenta a taxa de rejeição, prejudica a experiência e reduz drasticamente as conversões.
Ou seja, não se trata apenas de ranquear melhor, mas de remover obstáculos técnicos que impedem o usuário de avançar na jornada de compra.
Confira também: Campanhas PMax (Performance Max) – O que são e como utilizá-las?
A experiência do usuário SEO se relaciona diretamente à forma como o visitante interage com o site. O Google já deixou claro que a experiência do usuário é um fator decisivo para o ranqueamento.
A usabilidade envolve aspectos como facilidade de navegação, clareza na arquitetura do site, design responsivo, tempo de abertura das páginas, organização visual e escaneabilidade do conteúdo.
Um site otimizado para SEO deve ser intuitivo, rápido e fácil de navegar. Quando o usuário encontra rapidamente o que procura, permanece mais tempo no site, interage com mais páginas e tem maior probabilidade de conversão.
Isso reforça um ponto essencial: SEO não é apenas para o Google, é para pessoas. Melhorar a experiência do usuário é, na prática, melhorar a taxa de conversão do site como um todo.
A produção de conteúdo se transformou profundamente ao longo do tempo, impulsionada por avanços nos algoritmos do Google. Um dos marcos mais importantes foi a implementação do algoritmo BERT, que mudou a forma como o buscador interpreta as pesquisas.
Com o BERT, o Google passou a interpretar a linguagem natural, considerando o contexto completo da busca e não apenas palavras isoladas. Isso significa que a intenção do usuário se tornou mais importante do que a repetição exata de termos. Hoje, um conteúdo bem otimizado é aquele que:
O conteúdo que atende à intenção real do usuário tende a gerar mais engajamento, mais confiança e melhores resultados orgânicos ao longo do tempo. Por isso sua importância para projetos de SEO e Ads.
As palavras-chave de cauda longa (long tails) possuem alta relevância, principalmente quando se fala em atender à intenção real do usuário em projetos de SEO e campanhas de Google Ads.
O motivo é simples: as long tails são mais específicas, possuem menor concorrência e refletem com maior precisão a intenção de compra ou decisão do usuário.
Ao trabalhar palavras-chave de cauda longa, amplia-se o campo semântico do conteúdo ou criativo e se alinha perfeitamente à lógica do algoritmo BERT Google. Além disso, essas palavras costumam atrair tráfego mais qualificado, aumentando as chances de conversão.
Para começar, tenha em mente que anunciar no Google Ads e investir em otimização de sites (SEO) são estratégias de marketing complementares.
Enquanto no Ads o foco maior é promocional, no SEO (resultado orgânico) deve-se pensar num trabalho mais institucional. Mas em ambos os casos nunca perca de vista o ROI (Retorno sobre o Investimento) necessário para que você ganhe dinheiro.
De acordo com o segmento em que sua empresa está inserida devem ser adaptadas às melhores práticas de otimização de campanha, afinal, não existe uma fórmula mágica que possa ser replicada ipsis litteris para qualquer negócio.
Mas para que essa metodologia dê certo, você precisa saber exatamente o que quer com SEO e Ads (aumentar as visitas no site, fortalecer a marca, gerar leads, vender pelo site, entre outros).
Sabendo exatamente aonde você precisa chegar com suas ações de marketing será muito mais fácil traçar uma rota. Se o objetivo for aumentar o faturamento da empresa, por exemplo, faça um cálculo que deixe claro a diferença do cenário atual e do cenário ideal (qual é o percentual de crescimento necessário? Ele é condizente com o valor que você pode investir?).
Considere também que o seu objetivo pode ser diferente, como aumentar o número de leads gerados pelo site, dar maior visibilidade para a sua marca, realizar uma nova venda para quem já é cliente, entre outros.
Depois de ter claro o objetivo, a definição de metas de curto, médio e longo prazo é crucial. As metas são o passo a passo que resultará no sucesso do seu investimento.
Entenda que um “lead” é um cliente em potencial. Diferente de simplesmente fazer parte do universo do seu público-alvo, um lead é uma pessoa que demonstra interesse real em comprar seu produto ou serviço.
A integração entre SEO e tráfego pago deve respeitar o estágio do seu negócio. Empresas iniciantes podem alocar mais verba em tráfego pago no início, enquanto estruturam o SEO. Já negócios mais maduros podem equilibrar o investimento ou até priorizar o orgânico. Para facilitar esse trabalho, invista em:
Essa integração permite entender como combinar SEO e tráfego pago de forma contínua, usando dados de um canal para melhorar o desempenho do outro.
Não importa qual caminho você escolha, acompanhar as métricas é fundamental para avaliar o retorno e fazer ajustes, garantindo resultados. Veja as principais:
Esses dados revelam se sua estratégia está sendo eficiente e ajudam a tomar decisões embasadas sobre onde investir. Por isso, não deixe de monitorá-los.
Deixe o medo para quem quer fazer marketing de forma amadora. Troque o temor pela certeza de que suas estratégias digitais serão conduzidas por profissionais que lhe ajudarão a alcançar os resultados almejados. A melhor forma de fazer isso é contratar uma agência de marketing digital, com um time de especialistas em cada área.
Por mais que num primeiro momento pareça “caro demais” para a sua empresa, com o tempo você verá que o custo-benefício é melhor quando um profissional gerencia suas campanhas de Google Ads e SEO.
Mas atenção: não ache que você simplesmente vai depositar tudo nas mãos de uma empresa e que os resultados aparecerão como num toque de mágica. Lembre-se de que não existe “fórmula mágica”.
Você precisará participar ativamente com a expertise que tem sobre o negócio para somar com os conhecimentos técnicos dos profissionais envolvidos no projeto.
A resposta é simples: depende! Inúmeros fatores estão relacionados com quanto vai “custar” uma campanha no Google Ads, tais como o valor de CPC do seu segmento, o volume de pesquisas para as principais palavras-chave do seu negócio, a concorrência, o quanto de visibilidade pretende alcançar, entre outros.
Mas e se ao invés de você se preocupar com o “quanto custa”, o foco fosse em “o quanto eu posso ganhar” anunciando no Google Ads? O retorno de uma campanha de marketing de busca é proporcional àquilo que a empresa pode investir. Portanto, comece estimando o quanto você quer ganhar e, depois, pense no investimento que será necessário.
O SEO não se resume aos resultados orgânicos; ele funciona como uma ferramenta de inteligência de negócios, indo além do ranqueamento em buscadores.
Com a otimização SEO de sites e com dados gerados, é possível identificar demandas reais do mercado, compreender as dores e dúvidas do público, descobrir oportunidades de novos produtos ou serviços e fortalecer o posicionamento da marca.
Esses insights impactam os resultados orgânicos e campanhas de Google Ads, estratégias comerciais e decisões internas da empresa. Portanto, o SEO assume o papel de um ativo estratégico de negócio.
Outro ponto importante é o custo previsível SEO. A estratégia trabalha com um investimento mensal previsível, pois não há dependência de compra de keywords. A empresa sabe exatamente quanto irá investir por mês, sendo um processo mais transparente e com fácil controle de custos.
A previsibilidade facilita o planejamento financeiro e reduz a dependência exclusiva de mídia paga. No comparativo SEO x Google Ads, o SEO se destaca como uma estratégia mais estável e sustentável no médio e longo prazo.
A MMD está preparada para conduzir projetos de SEO e campanhas de Google Ads com segurança e resultados concretos. Somos uma agência de tráfego pago em Curitiba especializada e parceira do Google.
Atuamos unindo otimização técnica, conteúdo estratégico e campanhas de Google Ads focadas em conversão, sempre com decisões baseadas em dados. Um exemplo dessa expertise é o case da Clínica Graf Guimarães.
Por meio de uma estratégia integrada de SEO e mídia paga, a MMD estruturou a presença digital da clínica para atrair tráfego qualificado, fortalecer a autoridade da marca e transformar acessos em oportunidades reais de negócio.
Esse tipo de performance não acontece por acaso. Ele é fruto de metodologia, análise contínua e profundo entendimento sobre quando e como usar SEO x Google Ads a favor do negócio.
Quer maximizar resultados orgânicos e de tráfego pago? Fale conosco agora mesmo, solicite uma proposta personalizada e conte com uma agência de SEO e Google Ads especializada para crescer online.
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