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O que você vai encontrar neste artigo:
ToggleA pandemia de Covid-19 provocou uma mudança profunda nos hábitos dos consumidores, sobretudo pela necessidade de isolamento social e adoção de medidas para evitar o contágio pelo novo Coronavírus.
Mas, que mudanças foram essas? Aqui, listamos as mais significativas e indicamos quais são as tendências para o mercado apontadas para os próximos períodos. Continue a leitura e confira!
A pandemia do novo Coronavírus provocou mudanças consideráveis nos hábitos de consumo dos brasileiros, sendo que algumas delas vieram para ficar. Conheça, a seguir, quais são essas alterações:
Com a pandemia de Covid-19, o brasileiro passou a comprar online cada vez mais, para aderir às medidas de isolamento social. Isso levou a uma digitalização do consumo, com um crescimento expressivo no comércio online e vendas por aplicativos de delivery.
E esse é um hábito que mais da metade dos consumidores não pretende abandonar após o término da pandemia, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Google.

Pesquisa publicada no site Think With Google
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A pandemia do novo coronavírus gerou uma preocupação maior com a saúde e inseriu o conceito de “autocuidado” na rotina dos consumidores, com maior busca por produtos que passem sensação de conforto, bem-estar e segurança.
A compra direta do pequeno produtor também se tornou comum nos hábitos dos consumidores, como medida de incentivar e manter o comércio local funcionando, com preservação de renda e empregos.
Antes da pandemia, a decisão de compra de uma família caía normalmente sobre uma pessoa, somente. Agora, ela se expandiu para o grupo, com mais de uma pessoa decidindo sobre o que comprar ou não.
Com o aumento das compras online, o consumidor passou a valorizar e adquirir mais de quem entrega mais rápido. Inclusive, ele está disposto a pagar um pouco mais pelo frete se a compra chegar antes.
Daí a importância de a empresa investir em uma logística diferenciada, com centros de distribuição descentralizados, mais de uma opção de frete e prazo, para conseguir atender melhor seus clientes e captar outros novos.
O mercado é extremamente volátil e pode ser que mude de uma hora para outra, assim como aconteceu com a pandemia, mas alguns hábitos de consumo devem permanecer.
Um deles é a preferência pela compra online. A digitalização do consumo era algo programado para os próximos anos, principalmente no segmento de varejo e compras de abastecimento, como supermercado e farmácia, mas a pandemia acelerou esse processo e a tendência é que cada vez mais empresas tornem seu negócio digital.
Além da preferência para a compra online, também há estimativas de que o comportamento mais voltado ao social, com incentivo a pequenas marcas e sustentabilidade, também continue forte entre os hábitos de consumo.
Outra previsão é que a maior preocupação com o autocuidado seja constante, principalmente com produtos que promovam a saúde, conforto e sensação de acolhimento.
Cabe a empresa identificar e se adaptar para atender essas demandas e novos hábitos do consumidor, para conseguir se destacar entre os concorrentes e alcançar crescimento, mesmo no período de pós-pandemia. Neste aspecto, é importante contar com a ajuda de profissionais e/ou empresas com expertise em marketing digital, a fim de explorar ao máximo as oportunidades.
A pandemia deve continuar influenciando comportamentos por um longo período, o que ajuda a identificar tendências para o mercado e possíveis estratégias a serem seguidas pelas empresas para conseguir destaque. Confira, a seguir, quais são essas tendências:
O consumidor atual faz buscas por informações em meio à realização de tarefas normais do dia a dia. Por isso, ele quer encontrar respostas rápidas e de fácil compressão, para não ter perda de tempo.
É justamente por isso que essa é uma forte tendência para o mercado. A empresa deve saber aproveitar essa característica para ganhar maior visibilidade entre diferentes tipos de usuário, especialmente os de smartphone, cujo número cresce cada vez mais.
Para atender esse público específico, é importante que a empresa invista em uma estratégia de mobile first, voltada ao desenvolvimento de projetos para dispositivos móveis, ganhando maior visibilidade em resultados de pesquisa.
O consumidor está comprando mais e se engajando mais com marcas que criam e divulgam conteúdo original e relevante socialmente, com material que foge do trivial, que informa, que é inclusivo e educativo.
Trata-se de um processo de humanização de marcas, o que tem tudo a ver com o momento de incerteza provocado pela pandemia, gerando algo com o qual o consumidor se identifique.
Esse processo de identificação leva à confiança na marca, à sua lembrança no momento da decisão de compra e também aumenta a possibilidade de realizar novos negócios.
Para investir nessa tendência, é importante que a marca vá além do teórico e pratique o que divulga, seja com contratação de minorias, implementação de medidas sustentáveis, entre outros. Senão, a estratégia não se sustenta.
O consumidor tem uma urgência por resultado, o que se aplica, também, ao atendimento. Por isso, uma das tendências para o mercado é o atendimento imediato, que esclarece dúvidas e soluciona problemas o quanto antes, de maneira descomplicada.
Um dos benefícios dessa alternativa é que ajuda a realizar vendas ou fidelizar clientes com maior facilidade, bem como a gerar indicações voluntárias da marca, com menor custo de aquisição de clientes.
Para garantir um atendimento ágil, é importante que a empresa reveja pontos de contato, implemente automações e esteja disponível em mais de um canal, com pessoal treinado para atendimento.
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Os vídeos são um formato em alta, sobretudo por funcionarem como entretenimento, ainda que a distância. Por isso, é forte tendência para o mercado e é justamente esse o motivo da multiplicação de lives e do sucesso de aplicativos como o TikTok.
A diferença do vídeo é que possibilita uma experiência mais próxima e humana, o que acaba por gerar um maior engajamento. Para fugir da mesmice e se destacar, é importante que a marca faça vídeos criativos, alinhados à sua estratégia.
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